Chereghini Falar agora
Cobrança e recuperação de crédito

Dívida parada não some.
Só fica mais difícil de receber.

Cobrança extrajudicial, negociação, protesto, ação de cobrança e execução — com busca de patrimônio de verdade. Para empresa que vendeu e não recebeu, e para quem tem um título parado na gaveta.

Primeiro, procurar o dinheiroCobrar quem não tem bem é gastar duas vezes
Acordo antes do processoNotificação, negociação e protesto
Execução quando precisaPenhora de conta, imóvel e faturamento
Direto com o advogadoSem call center, sem intermediário
O que costuma trazer as pessoas aqui

Você está em alguma dessas situações?

Em cobrança, o que decide o resultado quase nunca é o valor da dívida: é o documento que existe e o tempo que já passou.

Prestou o serviço e não recebeu

Nota fiscal emitida, boleto vencido, contrato cumprido do seu lado. O cliente some, promete para semana que vem e não volta.

Tem cheque, nota ou contrato na gaveta

O papel está guardado há tempo. Cada tipo de título tem prazo próprio — e depois dele o caminho da cobrança muda, ou acaba.

O devedor propôs um acordo

Antes de aceitar, vale saber se o valor faz sentido e, principalmente, como garantir que o acordo não vire outra dívida.

Dizem que não têm nada

Empresa fechada, conta zerada, bem no nome de parente. Quase sempre há mais para encontrar do que a primeira consulta mostra.

O acordo foi descumprido

Pagou duas parcelas e parou. Acordo bem feito já nasce como título executivo — a cobrança recomeça de um degrau acima.

A inadimplência virou rotina

Não é um cliente, são dezenas. Aí a conversa deixa de ser sobre uma ação e passa a ser sobre régua de cobrança e contrato melhor.

O custo de esperar

Três coisas que o tempo faz contra quem tem para receber

Nenhuma delas aparece de uma vez. Todas encarecem a mesma dívida.

O prazo corre contra você

Todo título tem validade para ser cobrado. Vencido o prazo da execução, a dívida muitas vezes ainda pode ser cobrada por outro caminho, mais demorado — e passado o prazo maior, não pode mais.

O devedor se organiza

Quem sabe que deve tem tempo de passar o carro para o filho, o imóvel para a empresa e a empresa para o laranja. Cobrança que começa cedo encontra patrimônio; a que começa tarde encontra rastro.

Cobrar de qualquer jeito custa duas vezes

Ligação para o trabalho, mensagem para parente, exposição em grupo: a lei trata isso como abuso, e o credor acaba processado por quem devia. Cobrança firme é outra coisa — e não passa por aí.

Como a gente trabalha

Duas frentes, o mesmo advogado

A primeira tenta receber sem processo — é mais rápida e mais barata. A segunda existe porque nem todo devedor paga por conversa.

Fora do processo

Onde a maior parte das dívidas se resolve, quando é bem conduzida.

  • Análise do título: o que ele permite cobrar, por qual caminho e até quando
  • Pesquisa de patrimônio antes de decidir qualquer coisa
  • Notificação extrajudicial e negociação conduzida por advogado
  • Protesto do título em cartório e inscrição do devedor, quando cabível
  • Acordo com garantia e confissão de dívida — que já vale como título executivo
  • Revisão dos contratos da empresa para a próxima venda não virar processo

Em juízo

Do primeiro documento ao dinheiro na conta.

  • Execução de título extrajudicial e cumprimento de sentença
  • Ação monitória, para o documento que não tem força de execução
  • Bloqueio de contas, penhora de veículo, de imóvel e de faturamento
  • Busca de bens ocultos, fraude à execução e responsabilização dos sócios
  • Cobrança de aluguel, de cota de condomínio e despejo por falta de pagamento
  • Habilitação de crédito em recuperação judicial e em falência
Antes de entrar com qualquer ação

A primeira pergunta não é "quanto ele deve" — é "de onde ele pode pagar"

Antes de propor processo, procuramos patrimônio: imóveis, veículos, participação em empresa, bens transferidos para terceiros perto do vencimento. É essa pesquisa que diz se vale a pena executar agora, negociar com desconto ou esperar o momento certo.

Você recebe esse retrato antes de decidir. Processo caro contra devedor sem nada é a forma mais comum de perder dinheiro duas vezes — e é o que a gente evita logo na primeira conversa.

O que a lei já assegura

Três pontos que costumam mudar a conversa

Muita dívida dada como perdida ainda tem caminho — e muito devedor tranquilo não sabe o que a execução alcança.

Documento fraco

Cheque velho e contrato simples ainda cobram

Perdido o prazo curto da execução, o cheque e a nota promissória seguem cobráveis por ação monitória, dentro de cinco anos contados do dia seguinte à emissão. Vale para muito papel que o credor já considerava perdido.

Súmulas 503 e 504 do Superior Tribunal de Justiça
Penhora

Dinheiro em conta vem primeiro — e sem aviso

Na execução, o dinheiro é o primeiro da fila da penhora, e o bloqueio de contas e aplicações é determinado pelo juiz sem dar ciência prévia ao devedor. Depois vêm veículos, imóveis e faturamento da empresa.

Código de Processo Civil, arts. 835 e 854
Prazo

Cada título tem o seu relógio

O cheque perde a força de execução seis meses depois do prazo de apresentação; a duplicata, em três anos do vencimento; a dívida de contrato escrito, em cinco anos. Saber em que ponto do relógio a sua dívida está é o que define a estratégia — e a pressa.

Lei do Cheque, Lei das Duplicatas e Código Civil, art. 206

Cada caso depende dos documentos e dos fatos: nada aqui é promessa de resultado.

Samuel Chereghini
Quem vai cuidar disso

Samuel Chereghini

Recuperação de crédito para empresas e pessoas, no Rio de Janeiro, em Itaguaí e em São Paulo. Da leitura do título à execução, com o contato direto do advogado que conhece o seu caso — e sem repassar a cobrança para central de terceiros.

O escritório usa sistema próprio de acompanhamento processual: os prazos são controlados diariamente e você é avisado de cada movimento, em português claro.

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Perguntas frequentes

O que costumam nos perguntar

Meu devedor diz que não tem nada. Vale a pena cobrar?

Isso se responde com pesquisa, não com palpite. Em geral se encontra mais do que o devedor admite: imóvel, veículo, participação em empresa, recebíveis, bens passados para parentes perto do vencimento. Se a pesquisa mostrar que realmente não há de onde pagar, a recomendação vai ser essa mesma — e você economiza o custo de um processo que não traria dinheiro.

Tenho só um cheque antigo (ou um contrato sem testemunhas). Ainda dá para cobrar?

Na maioria das vezes, sim — muda o caminho. Documento com força executiva vai direto para a execução, que é mais rápida. Sem essa força, entra a ação monitória, que aceita cheque prescrito, contrato simples, e-mails, planilhas e comprovantes. O que não dá para recuperar é o prazo perdido, por isso a primeira coisa que se olha é a data.

Quanto tempo demora para receber?

Depende do caminho. A cobrança extrajudicial, quando funciona, se resolve em semanas. Na via judicial, o tempo varia com o tipo de ação, com a resistência do devedor e, sobretudo, com a existência de bens: execução com patrimônio localizado costuma andar bem mais rápido do que aquela em que a maior parte do trabalho é procurar.

Posso negativar e protestar o devedor?

Sim, quando a dívida existe e está vencida — protesto e inscrição em cadastro de inadimplentes são meios legítimos e, na prática, dos mais eficazes. O que a lei não admite é cobrança abusiva: expor o devedor, ameaçar, ligar para o trabalho ou para familiares. Feito do jeito certo, o risco fica com quem deve; do jeito errado, ele volta para quem cobra.

A empresa devedora fechou. Dá para cobrar dos sócios?

Em certos casos, sim. Encerrar a empresa sem pagar o que devia, esvaziar o patrimônio ou misturar as contas da pessoa física com as da empresa são situações que permitem pedir ao juiz que a execução alcance os sócios. Não é automático: depende de prova, e é justamente aí que a pesquisa de patrimônio pesa.

O devedor ofereceu acordo. Aceito?

Costuma valer a pena, desde que o acordo seja escrito do jeito certo: valor, parcelas, vencimento antecipado se atrasar, garantia e assinatura que o transforme em título executivo. Assim, se ele parar de pagar de novo, a cobrança recomeça direto na execução, sem discutir a dívida outra vez.

Quanto custa?

Depende do caminho e do tamanho da carteira. Em cobrança é comum combinar uma parte dos honorários vinculada ao que for efetivamente recebido, o que aproxima o interesse do escritório do seu. A proposta é apresentada por escrito depois de uma conversa inicial, quando já se sabe o que o caso exige.

Minha empresa tem muitos devedores. Vocês atendem carteira?

Sim. Nesse caso o trabalho começa por triagem: separar o que se cobra por acordo, o que vai para protesto, o que compensa executar e o que já está prescrito. Em paralelo se olha a origem do problema — contrato, garantia e régua de cobrança —, porque carteira que só é cobrada no fim volta a encher.

Vocês atendem quem está em outra cidade?

Sim. O escritório tem unidades no Rio de Janeiro e em São Paulo e atende também Itaguaí e região. Boa parte dos atos hoje é eletrônica — processos, cartórios e audiências por videoconferência —, o que permite cobrar devedor de outros estados sem prejuízo.

Mande o documento da dívida. A gente diz se dá para receber.

Uma conversa inicial já mostra em que prazo o título está, qual caminho cabe e o que a pesquisa de patrimônio precisa responder antes de qualquer processo.

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